Perdido no deserto
Horizontes infinitos
O longe aqui tão perto
E presos e aflitos
Miragens longínquas em qualquer direcção
No sol abrasador
Requerem toda a atenção
Os olhos a perscrutarem tudo em redor
Livre mais livre não há
Aqui não há perto
Vês uma águia acolá
Será aquele o caminho certo?
Podes ir por onde te apetecer
Ninguém te impedirá decerto
Parte! Basta querer
Irás sentir um aperto
Como sempre acontece a quem pode decidir
A (in)certeza mora por perto
Novo alento irás sentir
Perdido no deserto
Estes escritos representam acima de tudo estados de espirito. Dia a dia de um português em Portugal
quinta-feira, 2 de julho de 2009
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